Homenagem ao Dia das Mães

07/05/2021
A gerente Alene Vanessa acredita que a educação doméstica e a escolar são fundamentais e se complementam na criação dos filhos.
A gerente Alene Vanessa acredita que a educação doméstica e a escolar são fundamentais e se complementam na criação dos filhos.

“Na visão deles, nós somos as melhores mães do mundo”

 

A gerente de projetos do ITP, Alene Vanessa Santos, espelha-se na educação para formar os dois filhos como cidadãos que façam a diferença na sociedade.

 

Criar e educar um filho é uma dádiva, mas exige sacrifícios e compromissos com o futuro dele, pelo resto da vida. Esta é a percepção de Alene Vanessa Santos, gerente de projetos e serviços do Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP), ligado ao Grupo Tiradentes. No seu caso, a responsabilidade é dupla, pois ela é mãe de uma menina de sete anos e um menino de cinco. Ela entende que sua missão, além dos compromissos pessoais e profissionais, é formar as crianças para serem adultos responsáveis no futuro, para que eles façam a diferença e dêem sua contribuição positiva à sociedade. 

 

“A gente coloca um serzinho no mundo que é tão dependente da gente e nas primeiras fases da vida é dependente até para se alimentar, não tem autonomia absoluta para fazer qualquer coisa, depois vai crescendo e essa dependência vai continuando e mudando. A gente tem que ter muita responsabilidade, porque cria e coloca um filho no mundo e, no final das contas, a sociedade vai conviver com ele. A gente está preparando ele para ser um cidadão diferente, contribuir com alguma coisa. No processo de formação dessa criança você precisa dar muito amor, segurança e, principalmente, ela precisa sentir na infância que está segura e tem consciência, e que esses pais têm responsabilidade”, define Alene, considerando que a mãe precisa ser rígida de vez em quando, mas sem jamais perder a ternura. 

 

É comum se dizer que boa educação vem de casa, mas ela precisa ser complementada com os ensinamentos da escola, desde a creche até a universidade. Por trabalhar em um grupo dedicado à causa da Educação, Alene enxerga que as instituições escolares são importantes para formação do indivíduo e estabelecem uma parceria com a educação doméstica, ministrada pelos pais, o que passa também pela formação social. 

 

“A educação básica e infantil precisa de um trabalho de parceria entre a escola e a família, onde obviamente a escola entra com a educação formal. Embora hoje tanto a universidade quanto as escolas já estejam se preocupando com a formação social, com quem é esse indivíduo, com o relacionamento, a interação e a sociabilidade dessa pessoa. E também contribui com o intelecto, com a formação de um profissional, no caso da universidade, que vai agregar valor à sociedade. Então, a educação é peça fundamental no que é ensinado em casa”, diz a gerente. 

 

Mesmo com os filhos pequenos, Vanessa já os imagina como futuros estudantes de instituições do Grupo Tiradentes, justamente pela proposta de formação integral do indivíduo. “Você não se preocupa somente com a formação conteudista do indivíduo, mas tem uma série de projetos, programas e interações onde existe a preocupação e a necessidade de estar transformando pessoas. O próprio Grupo tem a ideia de ‘inspirar pessoas’. Além de passar somente conteúdo, que é fundamental, mas transformar vidas e fazer aquele indivíduo abrir e ampliar os horizontes. Acho isso fantástico”, avalia ela, citando a estrutura de ponta das universidades e o quadro qualificado de professores e pesquisadores, que caracterizam o GT como um dos principais grupos educacionais do país. 

 

A relação com a maternidade

 

A vinda dos filhos veio após um longo e sólido planejamento de Alene e do marido, que estão juntos desde 2002. Mesmo assim, ela confessa que se sente um pouco culpada por não poder estar mais perto dos filhos, em função da rotina profissional diária. Ela mesmo brinca ao dizer que “toda vez que nasce um filho nasce uma mãe culpada”. Apesar disso, a gerente acredita que o trabalho profissional contribui com a educação dos filhos e os inspira a serem bons profissionais no futuro, além de fortalecer as relações de orgulho da mãe.

 

“No final das contas, certamente nos esforçamos para ser as melhores mães que podemos ser para os nossos filhos. Quando estamos trabalhando, contribuindo com a sociedade. Isso também inspira os filhos a verem que a mãe está contribuindo com a sociedade e com a educação deles. Acredito que, na visão deles, nós somos ‘super-heroínas’, as melhores mães do mundo”, orgulha-se.

 

Asscom | Grupo Tiradentes



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